quinta-feira, 5 de abril de 2012

Os girassóis e nós.


Eles são submissos. Mas não há sofrimento nesta submissão. A sabedoria vegetal os conduz a uma forma de seguimento surpreendente. Fidelidade incondicional que os determina no mundo, mas sem escravizá-los. A lógica é simples. Não há conflito naquele que está no lugar certo, fazendo o que deveria. É regra da vida que não passa pela força do argumento, nem tampouco no aprendizado dos livros. É força natural que conduz o caule, ordenando e determinando que a rosa realize o giro, toda vez que mudar a direção do Regente. Estão mergulhados numa forma de saber milenar, regra que a criação fez questão de deixar na memória da espécie. Eles não podem sobreviver sem a força que os ilumina. Por isso, estão entregues aos intermitentes e místicos movimentos de procura. Eles giram e querem o sol. Eles são girassóis. Deles me aproximo. Penso no meu destino de ser humano. Penso no quanto eu também sou necessitado de voltar-me para uma força regente, absoluta, determinante. Preciso de Deus. Se para Ele não me volto corro o risco de me desprender de minha possibilidade de ser feliz. É Nele que meu sentido está todo contido. Ele resguarda o infinito de tudo o que ainda posso ser. Descubro maravilhado. Mas no finito que me envolve posso descobrir o desafio de antecipar no tempo, o que Nele já está realizado. Então intuo. Deus me dá aos poucos, em partes, dia a dia, em fragmentos. Eu Dele me recebo, assim como o girassol se recebe do sol, porque não pode sobreviver sem sua luz. A flor condensa, ainda que de forma limitada, porque é criatura, o todo de sua natureza que o sol potencializa. O mesmo é comigo. O mesmo é com você. Deus é nosso sol, e nós não poderíamos chegar a ser quem somos, em essência, se Nele não colocarmos a direção dos nossos olhos. Cada vez que o nosso olhar se desvia de sua regência, incorremos no risco de fazer ser o nosso sol, o que na verdade não passa de luz artificial. Substituição desastrosa que chamamos de idolatria. Uma força humana colocada no lugar de Deus.
A vida é o lugar da Revelação divina. É na força da história que descobrimos os rastros do Sagrado. Não há nenhum problema em descobrir nas realidades humanas algumas escadarias que possam nos ajudar a chegar ao céu. Mas não podemos pensar que a escadaria é o lugar definitivo de nossa busca. Parar os nossos olhos no humano que nos fala sobre Deus é o mesmo que distribuir fragmentos de pólvora pelos cômodos de nossa morada. Um risco que não podemos correr. Tudo o que é humano é frágil, temporário, limitado. Não é ele que pode nos salvar. Ele é apenas um condutor. É depois dele que podemos encontrar o que verdadeiramente importa. Ele, o fundamento de tudo o que nos faz ser o que somos. Ele, o Criador de toda realidade. Deus trino, onipotente, fonte de toda luz. Sejamos como os girassóis...
Uma coisa é certa. Nós estamos todos num mesmo campo. Há em cada um de nós uma essência que nos orienta para o verdadeiro lugar que precisamos chegar, mas nem sempre realizamos o movimento da procura pela luz. Sejamos afeitos a este movimento místico, natural. Não prenda os seus olhos no oposto de sua felicidade. Não queira o engano dos artifícios que insistem em distrair a nossa percepção. Não podemos substituir o essencial pelo acidental. É a nossa realização que está em jogo. Girassol só pode ser feliz se para o Sol estiver orientado. É por isso que eles não perdem tempo com as sombras.

Eles já sabem, mas nós precisamos aprender.

Pr. Fábio de Melo.

segunda-feira, 26 de março de 2012

- Av 4 - Estatística e Indicadores Sociais


Questão 1         Na Unidade 1, são citados os 8 objetivos do Milênio, um deles é INCORRETO:
Alternativas
1 - Erradicar a extrema pobreza e a fome.
2 - Reduzir a mortalidade na infância.
3 - Melhorar a saúde materna.
4 - Atingir o ensino superior universal.
5 - Garantir a sustentabilidade ambiental.
Sua resposta
4 - Atingir o ensino superior universal.

Questão 2         De acordo com as explicações de cálculos de média na Unidade 4, considere a seguinte situação: “Foram realizadas pesagens de 5 crianças recém-nascidas:  1,650 kg; 2,350 kg; 3,200 kg; 2,950 kg; 3,100 kg”. A média aritmética das pesagens corresponde a :
Alternativas
1 - 2,650 kg.
2 - 1,890 kg.
3 - 3,178 kg.
4 - 1,980 kg.
5 - 2,340 kg.
Sua resposta
1 - 2,650 kg.

Questão 3         Há vários tipos de gráficos que foram apresentados na Unidade 4. Um deles é muito utilizado para a comparação de dois ou mais subgrupos da amostra avaliados sob uma mesma variável, que corresponde a:
Alternativas
1 - Gráfico de dispersão.
2 - Gráfico de barras.
3 - Gráfico histograma.
4 - Gráfico de setor.
5 - Gráfico de linhas.
Sua resposta
2 - Gráfico de barras.

Questão 4         Na unidade 4, estudamos vários aspectos nas tabulações dos dados apresentados. Um deles está INCORRETO:
Alternativas
1 - Dados brutos significam que os dados estão apresentados na forma original como foram coletados.
2 - Não é preciso usar computadores para auxiliar na tabulação dos dados, independentemente da quantidade de dados coletados.
3 - As variáveis podem ser classificadas como qualitativas nominais ou ordinais e quantitativas discretas ou contínuas.
4 - As distribuições de freqüência são facilmente encontradas na maioria dos estudos, por se tratar de uma forma muito conveniente de apresentar os dados.
5 - Podemos representar as frequências em porcentagens.
Sua resposta
2 - Não é preciso usar computadores para auxiliar na tabulação dos dados, independentemente da quantidade de dados coletados.

Questão 5         Sobre as probabilidades na Unidade 5, temos alguns conceitos que são referentes as probabilidades, um deles está INCORRETO:
Alternativas
1 - Experimento aleatório.
2 - Eventos.
3 - Espaço rural.
4 - Intersecção.
5 - Variável aleatória.
Sua resposta
3 - Espaço rural.

- Av 3 - Estatística e Indicadores Sociais


Questão 1         Estudamos na unidade 1, sobre amostras. São vários instrumentos utilizados para coletar dados em pesquisas. Um deles não é indicado para a coleta de dados:
Alternativas
1 - Questionários.
2 - Tabelas.
3 - Entrevistas.
4 - Formulários.
5 - Gráficos.
Sua resposta
5 - Gráficos.

Questão 2         Vimos que as variáveis podem ser qualitativas ou quantitativas. Das alternativas abaixo, apenas uma representa uma variável qualitativa ordinal:
Alternativas
1 - Sexo.
2 - Religião.
3 - Grau de escolaridade.
4 - Quantidade de filhos.
5 - Número de pessoas cadastradas.
Sua resposta
3 - Grau de escolaridade.

Questão 3         Na unidade 2 estudamos sobre a construção dos indicadores sociais. Uma das alternativas abaixo está INCORRETA:
Alternativas
1 - IDH corresponde ao Índice de Desenvolvimento Humano.
2 - O Censo Demográfico Brasileiro é um dos mais completos e complexos do mundo.
3 - PNAD corresponde a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio.
4 - Uma das ferramentas importantes de busca de informações é o SIDRA. Permite a construção de tabelas a partir de dados de censos demográficos somente a nível nacional.
5 - O IDEB é um indicador importante para a educação, que significa Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.
Sua resposta
4 - Uma das ferramentas importantes de busca de informações é o SIDRA. Permite a construção de tabelas a partir de dados de censos demográficos somente a nível nacional.

Questão 4         Quanto a estruturação e uso de indicadores sociais na Unidade 3, para ser criada uma política pública, esta deve contemplar três fases: Formulação; implementação e avaliação. Uma das alternativas não é verdadeira de acordo com as 3 fases:
Alternativas
1 - Envolver todos os agentes sejam governamentais, engajar os agentes sociais.
2 - É fundamental o diagnóstico dos problemas que se pretende combater.
3 - Criar mecanismos que envolvam a sociedade na formulação.
4 - A implementação de uma política pública deve ser de forma individual.
5 - Sem um processo de avaliação consistente e sistemática, não é possível uma gestão pública.
Sua resposta
4 - A implementação de uma política pública deve ser de forma individual.

Questão 5         O IDH para ser composto leva em consideração alguns indicadores. Um dos indicadores abaixo não é considerado:
Alternativas
1 - Longevidade.
2 - PIB per capita.
3 - Índice de analfabetismo.
4 - Taxa de matrícula em todos os níveis de ensino.
5 - Imposto de Renda pago.
Sua resposta
5 - Imposto de Renda pago.

- Av 2 - Estatística e Indicadores Sociais


Questão 1        
Marcos realizou uma pesquisa no centro da cidade de Londrina. Com sua prancheta e caneta, pede a qualquer cidadão que por ele passa, a sua participação na pesquisa. O tipo de amostragem que Marcos utilizou para coletar dados corresponde a:
Alternativas
1 - Estratificada.
2 - Não-provável.
3 - Julgamento.
4 - Intencional.
5 - Acidental ou aleatória.
Sua resposta
5 - Acidental ou aleatória.

Questão 2         Uma pesquisadora social quer coletar dados sobre pessoas que estão cadastradas em ordem alfabética num arquivo de certo programa social. Consideramos este tipo de amostragem como:
Alternativas
1 - Acidental ou aleatória.
2 - Estratificada.
3 - Sistemática.
4 - Intencional.
5 - Não podemos classificar o tipo de amostragem.
Sua resposta
3 - Sistemática.

Questão 3         Vários conceitos e definições foram apresentados na web aula. Uma das alternativas abaixo não faz parte dos assuntos abordados que corresponde a:
Alternativas
1 - Amostra.
2 - População.
3 - Variáveis de temperatura.
4 - Censo.
5 - Tabelas.
Sua resposta
3 - Variáveis de temperatura.

Questão 4        
De acordo com a informação: “são usados freqüentemente na representação de séries cronológicas mais extensas”, este tipo de gráfico é o de:
Alternativas
1 - Barras.
2 - Linhas.
3 - Histograma.
4 - Colunas.
5 - Setor.
Sua resposta
2 - Linhas.

Questão 5        
De acordo com a definição: “Composto por um conjunto de retângulos justapostos, em que suas bases localizam-se sobre o eixo das abscissas, de forma que seus pontos médios coincidam com os pontos médios dos intervalos de classe.” Estamos nos referindo a:
Alternativas
1 - Histograma.
2 - Gráfico de setor.
3 - Gráfico de linhas.
4 - Gráfico de barras.
5 - Questionário.
Sua resposta
1 - Histograma.

- Av 1 - Estatística e Indicadores Sociais


Atividade           836481 - Av 1 - Estatística e Indicadores Sociais
Questão 1        
Se em uma das etapas de uma pesquisa o aluno escrever sobre outras pesquisas que abordaram o tema que pretende investigar, esta etapa da pesquisa é denominada:
1 - Revisão bibliográfica.
2 - Objetivo.
3 - Justificativa.
4 - Título.
5 - Anexos.
Sua resposta
1 - Revisão bibliográfica.

Questão 2        
Para construirmos uma tabela é necessário seguir algumas normas. Vários são os elementos que compõem uma tabela, porém um deles está com o conceito errado de acordo com a web aula que corresponde a alternativa:
Alternativas
1 - Título.
2 - Cabeçalho.
3 - Coluna indicadora.
4 - Gráfico ao lado da tabela.
5 - Fonte.
Sua resposta
4 - Gráfico ao lado da tabela.

Questão 3        
Se um pesquisador está querendo entrevistar pessoas que já passaram pelo principal terminal rodoviário de São Paulo desde a sua construção, este tipo de população se caracteriza como:
Alternativas
1 - População infinita.
2 - População finita.
3 - População indefinida.
4 - População insuficiente.
5 - População indeterminada.
Sua resposta
1 - População infinita.

Questão 4        
Das variáveis, a alternativa que representa uma variável qualitativa é a:
Alternativas
1 - Quantidade das mulheres que estão procurando emprego.
2 - Quantidade de profissionais do Serviço Social no Paraná.
3 - Estado civil das pessoas cadastradas.
4 - Número de mulheres que sofreram violência doméstica.
5 - Número de adolescentes envolvidos em violência.
Sua resposta
3 - Estado civil das pessoas cadastradas.

Questão 5        
De acordo com os conceitos estudados na Estatística, a alternativa que possui somente variáveis qualitativas corresponde a:
Alternativas
1 - Sexo, raça, religião.
2 - Estado civil, quantidade de filhos.
3 - Nível de escolaridade, número de atendimentos realizados.
4 - Soma dos pesos das crianças, quantidade de médicos numa cidade.
5 - Estágio da doença rara, número de adolescentes usuários de drogas.
Sua resposta
1 - Sexo, raça, religião.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Como fazer o TCC???


Caríssimo estudante do Curso de Serviço Social,
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, desenvolvido em duas disciplinas obrigatórias
no nosso Curso (TCC I e TCC II), é um momento em que se intensifica a prática de produção
científica e acadêmica por meio da elaboração de um artigo científico. Baseado em teorias e
práticas vivenciadas durante o curso, você irá exteriorizar a correlação metodológica estudada.
As orientações, aqui apresentadas, servem para padronizar a forma de elaboração do TCC
do curso de Serviço Social da UNITINS, que será constituído de um artigo científico. Sua
proposta é elucidar e exemplificar a estruturação do TCC, bem como a aplicação de normas a
serem seguidas para a construção do artigo científico, que é o objeto do TCC. Sua contribuição é
para que os agentes envolvidos (docentes/discentes) tenham um padrão pré-definido de como
construir o TCC, acrescentando valor e melhoria na apresentação escrita, quanto ao conteúdo a
ser desenvolvido, para que o trabalho seja metodologicamente adequado.
Quem acompanhará o desenvolvimento das atividades do artigo científico são os
professores orientadores (docentes), os quais seguirão todas as diretrizes dispostas nessas
orientações. Existem instruções, neste mesmo portal, da forma como construir referências
bibliográficas e citações, que obrigatoriamente devem ser seguidas.
Esperamos que, a partir dessas orientações, você faça uma boa leitura e tenha condições
de elaborar seu TCC (artigo científico), dentro do padrão e qualidade desejados.



[PDF] 

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO TCC

www.unitins.br/servicosocial/.../tcc/...



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O ipê à beira da estrada.


Não quero perder a capacidade de admirar as belezas do mundo. O ipê florido à beira da estrada é um imperativo que reconheço bíblico. Nele há uma fala de Deus me pedindo calma. A sacralidade da vida ganhou voz em estruturas singelas, e solicita que eu me proste.
É santo o que os meus olhos enxergam. A cor amarela encontra moldura no azul dos contornos do céu. Ao longe, o verde completa o quadro. Paira sobre a cena um mistério raro, como se houvesse uma névoa a me recordar que a raridade da beleza é uma epifania divina. O meu desejo é deixar de seguir o caminho que me leva ao meu destino. Impossibilitado da parada, ouso diminuir a marcha. Quero a cena dentro de mim. Ouso rezar a Deus que me permita registrar na memória a beleza que não posso aprisionar. Olho para os que passam. A velocidade dos carros não permite que os seus ocupantes vejam o que vejo. Eles estão privados da mística que só pode ser compreendida quando os passos perdem a pressa. Estão ocupados demais com suas urgências práticas. É preciso chegar. Há muitas iniciativas a serem tomadas e o tempo não pode ser perdido. Enquanto isso, o ipê se ocupa de sua florada amarela. Cumpre no tempo a proeza de ser um sentido oculto e deslumbrante para os distraídos que o percebem. Nele há uma pequena parte da beleza do mundo que tive a graça de descobrir. E só por isso diminuí o ritmo da minha vida. Olhei com calma para sua beleza e nele percebi o sorriso do Criador. Sorriso de Pai, que vez em quando, faz questão que seus filhos diminuam suas velocidades para uma breve brincadeira redentora.
Eu aceitei. Brinquei com Ele. Fiquei mais feliz!
Pd. Fabio de Melo